sábado, 23 de fevereiro de 2013

Uma Linda Mulher - 2ª Temp. - Eu sei que você sabe.


Edward havia acabado de sair para trabalhar quando Linda havia adormecido novamente, após ser alimentada e trocada. Bella deitou se na cama, cansada, sua vontade era de dormir a tarde inteira. Céus! Só de pensar que o dia seria tão longo. Adormeceu novamente e acordou com os beijos de Gabriel.

Gabriel – Tchau, mamãe, vou para escola. – Bella coçou os olhos, se levantando com pressa. Havia perdido a hora? – Calma, mãe! O papai falou para você ficar descansando, depois da escola vou para a casa do tio Emmett, vamos jogar vídeo game, hoje é sexta. Você deixa? Diz que sim, mãe...
Bella – Tudo bem, filho. – lhe acariciou os cabelos – Boa escola! Já arrumou suas roupas? – Gabriel assentiu – Cueca, pijama, toalha e...
Gabriel – Já peguei tudo, mãe. – ouviram o barulho da buzina lá fora – Já vou indo. Te amo!
Bella – Eu também te amo!

Edward não voltou para o almoço e também não chegou ás seis.

Bella havia passado o dia tranqüilo, com a casa silenciosa e arejada, junto com Linda, que havia sido uma companheira firme, permanecendo acorda durante a maioria da tarde.

Terminou de dar lhe banho e, com um sorriso, a enxugou. Já havia descoberto ao decorrer da semana os lugares que tinha cócegas e as caretas que a fazia sorrir. Com todo carinho e delicadeza a trocou, colocando a fralda e o pijama branco, lhe penteou o pouco de cabelo, passando o hidratante de bebê. A pegou no colo, tentando, sozinha, arrumar as coisas do banho e por fim conseguiu, mas tomar banho só conseguiria quando Edward chegasse. E na hora que seus pensamentos se concretizaram a porta de abriu.

Ouviu o barulho das chaves sendo jogadas na bancada do grande corredor e sorriu para Linda, que ficava atenta a todos os barulhos ao seu redor, descobrindo suas mãos a apertava, a levando na boca.
Bella a cheirou Linda no pescoço, fazendo um barulho com a boca da qual fazia com que Linda fechasse os olhos, sorrindo divertida.

Bella – Ai! Te mordo se fizer essa carinha de novo...
Ed – Boa noite! – Bella se virou o encarando e sorriu, lhe dando o mesmo “boa noite”.

Edward tirou o paletó e afrouxou a gravata, sorrindo por chegar em casa e ver Linda sorrir daquela maneira. Estavam as duas em cima da grande cama. Ele se aproximou de Bella, lhe dando um selinho, como sempre fazia, e beijou a testa de Linda, que o encarou franzindo a testa.

Bella – Já jantou?
Ed – Não, ainda não.
Bella – Fiz janta, está lá em baixo, é só esquentar.
Ed – Uhum! e Gabriel?
Bella – Já está na casa do Emmett... – Edward assentiu. Havia brincado pouco com seu filho nessa semana – Vai tomar banho?
Ed – Por que, você que ir? – sentou-se na cama, tirando os sapatos.
Bella – Quero. Estava esperando você para ficar com a Linda, mas pode ir, eu vou em seguida... – Edward concordou e entrou no chuveiro, tomando um banho rápido.

Só de cueca, como costumava a fazer, colocou seu roupão preto, segurando Linda em seus braços.

Bella entrou no chuveiro, relaxando. Franziu a testa, se olhando no espelho enquanto se enxugava.

Havia algo de errado com ela? Não estava gostando de seu rosto. Observou seu corpo, já havia perdido peso e em pouco tempo sua barriga voltaria à forma completamente normal. Começou a se perguntar se algo estava realmente errado.

Vestiu a calcinha e a camisola branca até o tornozelo, logo por cima, o roupão da mesa cor e tecido e penteou os cabelos, os prendendo em um rabo de cavalo alto.

Saiu do banheiro e Edward permanecia da mesma forma, conversando e fazendo com que Linda também sorrisse. Ela bocejou novamente. O dia havia sido movimentando, Bella iria amamentar e a colocar para dormir.

Com toda a paciência, desceu e esquentou o prato de Edward, colocando a mesa de jantar e o serviu, pegando Linda em seus braços, voltou a subir as escadas, a amamentou e em 30 minutos estava adormecida, deitada em seu berço e coberta pela manta branca de crochê.

Bella caminhou até seu quarto, soltando os cabelos e sentou-se na cama, puxando o grosso edredom.

Edward subiu as escadas com o coração batendo a mil.



“Você está pisando na bola, Edward, e quando ela gritar você está ferrado!” dizia a si mesmo.



Apagando as luzes da cozinha e da sala pelo corredor e ligando o alarme, chegou ao quarto e, pelo o contrário, tudo estava silencioso. Bella estava sentada na ponta da cama, ao seu lado, com as mãos sobre o rosto, girando o pescoço.


Ed – Como foi seu dia?
Bella – Tranqüilo. Ficamos só Linda e eu, aproveitei para lavar algumas roupinhas, ver algumas roupas minhas, limpar alguma coisinhas que estava precisando, checar seus ternos... – Edward assentiu e sentou-se por trás dela, a massageando pelos ombros. Bella fechou os olhos – E o seu dia?
Ed – Contratos, mais contratos, mais fechamento e mais contratos... – Bella entendeu do que ele falava.


Dia de fechamento e renovações de contratos era hiper-mega cansativo. Mordeu os lábios, sentindo sua pele se arrepiar quando as mãos dele foram descendo por suas costas em uma deliciosa massagem.


Ed – Não pude sair para almoçar...
Bella – Percebemos. – silêncio.

Ela jogou a cabeça para frente junto com seus cabelos e Edward se aproximou, intercalando pequenos beijos naquele local desnudo. Bella contraiu a coluna, endireitando sua posição, sentindo mais uma vez seus pelos se arrepiarem.


Bella – Deve estar cansado. – afirmou, sentindo as mãos dele deslizarem por suas costelas até sua barriga e subir naquela maestria de toques deliciosos.
Ed – Não, não estou. – negou, acariciando seus seios sobre a camisola de seda. Bella abriu os olhos, franzindo a testa e se virou, o encarando.
Bella – Eu acho que estou nervosa com você... - afirmou com a cabeça.
Ed – Eu sei que está. Te conheço como a palma da minha mão. – Bella deitou-se na cama com Edward por cima dela.


Ele a beijou pelo pescoço, deslizando a mão por entre seus cabelos até alcançar a nuca e encontrou seus lábios, depositando beijos pequenos e molhados, fazendo com que sua outra mão deslizasse por toda a lateral do corpo de Bella, que já começava arder de maneira inexplicável.

Bella sentia os beijos e chupões molhados em seu pescoço, as mãos dele lhe apertarem a coxa pelo tecido deslizante de seda. Arqueou as costas, o tirando daquele maldito roupão, tendo a visão perfeita de seu torso e desceu as mãos, o arranhando com as unhas por toda extremidade de suas costas largas, mordendo os próprios lábios, sentindo a camisola subir até a altura da sua cintura. E seus lábios finalmente se encontraram.

O prazer estourou de forma violenta e selvagem.


Cariciais ousadas e nada sutis, arranhões, beijos quentes e sensuais por todo o corpo, os cabelos de Bella estavam esparramados pelo travesseiro e os de Edward presos pelos dedos dela, que o puxavam com força enquanto ele lhe sugava deliciosamente um seio, e depois outro, repetidamente, sem parar, com mais ousadia, com mais maestria de um homem que... Oh, Céus! Sabia exatamente como excitar uma mulher.

Se olharam nos olhos. Bella sentiu os dedos de Edward invadirem por dentro de sua calcinha e arqueou os quadris. Ele lhe abriu as pernas, se encaixando perfeitamente entre as mesmas e a mordeu nos lábios vermelhos e inchados pelos beijos selvagens.

Bella o segurou com força pelos ombros e pelos cabelos, sentindo os dedos dele deslizarem por sua calcinha até finalmente encontrarem o ponto sensível e tão feminino de seu corpo. Mordeu os próprios lábios, franzindo a testa. E ele fez o mesmo, subindo seu corpo um pouco mais, lhe arrancando a camisola com a ajuda de Bella.



Pele sobre pele. Peito sobre seios.



O contado era quente e Bella sentia o suor penetrar seus poros. O ritmo era rápido. Ela fechou os olhos ao sentir as caricias em sua intimidade e controlou a respiração e os gemidos, deslizando as mãos pelo corpo de Edward, que lhe devorava os lábios, introduzindo a língua no mesmo ritmo em que seus corações pulsavam.



Bella se abraçou a ele, passando as pernas por sua cintura. Edward lhe chupou o pescoço, descendo os beijos para seu colo, seios e barriga. E descendo, e descendo, ao mesmo tempo em que sua mão lhe tirava a calcinha, a jogando em qualquer lugar do quarto.

Bella suou, respirando fundo e subiu as mãos, as levando até o cobertor, o fechando em seus punhos com tanta força que o sangue parecia não estar mais correndo por suas veias. Fechou os olhos o vendo subir novamente, com a língua por sua coxa, pelo interior de sua coxa, virilha, ventre, depositou um beijo na cicatriz, voltando a subir e encontrou os lábios de Bella para um beijo urgente.


Bella – Está me matando... – sussurrou em seu ouvido, descendo suas mãos até a cueca do mesmo, lhe tirando como pode.
Ed – Eu sei que estou. – gemeu baixo ao sentir o contado da feminilidade dela contra a sua masculinidade, que gritava para que ele a possuísse da maneira mais primitiva que existia.

Bella o sentiu estremecer. Sabia que ele não agüentaria por mais tempo.

Se pôs de lado, junto com ele, e lhe puxou pelos cabelos, subindo a perna. Edward a puxou por trás do joelho e, com uma firme e quase grossa investida, juntou seu corpo na profundidade exata para que um beijo calasse o gemido alto de suas gargantas. Apertou os olhos com força, esperando que ela se acalmasse, para que ele então...

Bella – Edw-ar... – não completou, sentindo outra investida rápida e certeira. Ele a cobriu completamente, ficando por cima dela com seu tamanho e postura e subiu as mãos inquietas de Bella até acima de sua cabeça.
Ed – Sente isso?

Investiu duas vezes, continuando sem parar, a prendendo pelo pulso com somente uma mão enquanto a outra lhe subia ainda mais o joelho, tendo acesso livre a seu corpo e a profundidade de suas investidas. Ele o fez outra vez, e Bella apertou os olhos, mordendo os próprios lábios até sentir o gosto de sangue. Ele a beijou com sofreguidão, pressionando seus quadris em um ritmo incessante, de vai-e-vem constante e profundo. A calou com mais um beijo.

Ed – Olhe para mim. – pediu como sempre fazia, sentindo que o fim não estava tão distante – Sente como eu te sinto?
Bella – Edward, pelo amor de... – mordeu novamente os lábios, tentando a qualquer custo soltar suas mãos – Faça alguma coisa! – ele o fez, diminuiu o ritmo de suas investidas e quase a fez chorar de agonia.


Edward mergulhou a mão por seus cabelos, por fim soltando as mãos de Bella, que desceram até seus cabelos, puxando seu rosto para mais um beijo alucinante.

Bella – Mova-se! Com mais rapidez. – sua voz era um sussurro.

Virou a cabeça de lado, sentindo a mordida de Edward em sua orelha, os beijos em seu pescoço e a mão dele, novamente, desceu e subiu um tanto mais seu joelho em uma investida forte e prazerosa. Edward a olhou nos olhos enquanto fazia. A segurou pelos cabelos, lhe beijando na boca e sorvendo cada gota de qualquer coisa que aquela mulher lhe oferecia.

Será que ela sabia que ele estava à beira do surto? Que sua mente não mais controlava seu corpo que, junto ao dela, procurava com loucura o prazer devastador?

Deixou, por fim escapar, um gemido alto e apertou os olhos, sem cessar o ritmo de suas investidas.

Bella arqueou as costas, abrindo a boca. Sentia o suor escorrer por seus corpos, sentia o deslize de seus corpos cada vez mais rápido, sem pausas, sem lentidão e delicadeza, o mais puro amor, do mais prazeroso sexo.

Ed – Isso é loucura! – conseguiu dizer insanamente antes de procurar seus lábios, acobertando seus gemidos inteligíveis e altos.

Ela o segurou com força pelos braços fortes e suados, o mordendo no ombro na luta desesperada. Aquela sensação era inexplicável. Aquela corrente elétrica percorreu seu corpo, dos pés a cabeça. O ouviu chamar por seu nome antes que seus corpos desabassem em um abismo sem fim, com pontos estralares de loucura e prazer.

Tentou respirar, mas não podia. Tentou voltar, mas era incapaz, não assim tão junto a ele. O sentiu em todas as partes de seu corpo. O sentiu a preenchendo de maneira completa. Deus, era o seu homem, só seu!

Edward abriu os olhos depois de alguns minutos e respirou fundo, se apoiando no cotovelo, ciente de seu peso e da posição que se encontravam, de maneira que ainda possuía todo o corpo dela junto ao seu. Tentou se afastar, mas ela o segurou.


Bella – Me dê alguns minutos. – pediu em um sussurro e ele deu um sorriso malicioso, a olhando; os cabelos suados sobre os olhos e esparramados pelo travesseiro. Desceu os olhos por seus corpos, tão firmemente conectados e entrelaçados, e a beijou nos olhos enquanto Bella recuperava seu fôlego e suas forças.
Ed – Cansada? – perguntou, lhe mordendo os lábios em um sorriso safado e provocante. Ela sorriu, subindo as mãos sobre os olhos.
Bella – Outra dessa, baby? Você seria incapaz! – ele investiu uma vez, o suficiente para que Bella o voltasse a segurar pelos ombros.
Ed – Pensei que conhecia-me, doçura. – lhe chupou os lábios de maneira ainda mais provocante - Quando se trata de você, Isabella, quando se trata de nós... – negou com a cabeça – Eu posso passar a noite inteira bem aqui... – subiu as mãos por sua coxa, a apertando, deixando pequenas marcas vermelhas por onde seus dedos passavam – Até que você me peça para parar. – a beijou no pescoço – E aí de você, Bella... Porque vou ser um menino malvado. – ela sorriu, mordendo seus próprios lábios – E até que eu me convença que é o seu limite, isso vai acabar a hora que eu disser que acabou.


Bella se viu envolvida por aquela onda de prazer e charme inebriante e suspirou, inalando o perfume de ambos os corpos ainda mesclados em um só. Puxou Edward para mais um beijo, invertendo suas posições e o encarou com um olhar malicioso.

Seus olhos diziam tudo o que um homem como Edward - um homem a quem aquela mulher pertencia - podia e entender.

Ed – Você que jogar? - Bella soltou uma gargalhada sensual e baixinha.
Bella – Você vai perder!
Ed – Se atreva! – piscou, a pegando pela cintura a apertando contra seu corpo.

Bella sorria, mas em um fração de segundos cravou seu olhar no dele e franziu a testa, perdendo o sorriso.

Enquanto Edward lhe abraçava, lhe beijando o pescoço, sentiu que algo estava acontecendo. Ele a mirou intrigando, deixando de sorrir também.


Ed - O que foi?
Bella - Você. - ele franziu a testa - Há algo errado, posso ver, te sentir... - Edward desviou o olhar, abaixando a cabeça – Eu sabia! – ergueu a sobrancelha, séria, o mirando – Olhe para mim. – Edward fechou os olhos com força, mordendo os lábios – Olhe para mim, ok?! – ele finalmente o fez – O que está acontecendo?
Ed – Como pode me perguntar isso dep...
Bella – Não minta para mim, Edward, e nem arranja pretextos. Não sou um dos seus sócios. – Ele engoliu a saliva, a vendo sentar-se na cama com o olhar cravado no seu – O que está acontecendo?
Ed – Nada. Nada com que você realmente deva se preocupar. – subiu as mãos até o rosto de Bella – Não vamos discutir, ok?
Bella – Eu não estou discutindo. Sou sua mulher, sua amiga, Edward só estou lhe perguntando se algo está... – deu uma pausa, franzindo a testa – Sou eu? Sei que tenho estado distante e que... – ele colocou o dedo sobre seus lábios, negando com a cabeça.
Ed – Não diga tolices! Não é nada a ver com você. Quer dizer, tem mais, não a esse aspecto... – Bella permaneceu, calada dando coragem para que ele continuasse – Sou eu. Acho que estou um tanto esgotado, preocupado com Mari... Estava preocupado com você, com Linda, Gabriel... A empresa, que tem tirado toda a minha energia. – suspirou – Não que eu esteja reclamando, Bella, mas os últimos meses não foram fáceis. O medo de perder você, de perder Linda, Marieta, a preocupação com o Gabriel... Já que ficamos tanto tempo fora no hospital. A Cullen’s de Londres, a Venturini... - Edward fechou os olhos, deitando-se na cama – Minhas costas parecem pesar. – voltou a abrir os olhos – Ainda mais quando estava tão maluco por você, por sentir você...


Bella permaneceu o observando. Na realidade, não sabia se chorava ou se dava risada. Ele parecia tão indefeso para o homem que ela costumava ver e sentir ao seu lado, notou que ele realmente estava cansado.

Bella – Eu deveria ter sido mais compreensiva...
Ed – Não, você deveria se deitar por cima de mim e recomeçar mais uma vez... E mais uma vez, o que acabamos de fazer. – ela sorriu com um brilho no olhar e Edward retribuiu. Bella deitou-se por cima dele, lhe beijando os lábios.
Bella – Quando se sentir assim, fale comigo. Antes de ser sua esposa, sou sua amiga. – ele assentiu – Promete? – lhe deu um selinho.
Ed – Prometo! As coisas estão melhorando. Linda e você já estão bem, Gabriel também está saudável e feliz. Marieta está estável e tenho esperança que tudo vai ficar bem. É que as coisas aconteceram depressa, sabe? – voltou a lhe beijar os lábios, novamente vermelhos e inchados – Estava desconfiada que havia outra mulher? – a olhou nos olhos e Bella sorriu.
Bella – Não, eu estava desconfiava que havia algo, mas não outra mulher. Você seria incapaz, Edward... – lhe beijou o pescoço, descendo para seus ombros e peito.
Ed – Eu seria incapaz do quê? - ela sorriu, descendo os beijos por sua barriga e Edward mordeu os lábios, a observando baixar cada vez mais.
Bella - De sentir outra mulher como me sente. – voltou a subir, levando as mãos até o cabelo do mesmo. Edward desceu suas mãos, apertando a cintura de Bella, pressionando seus quadris – De dar prazer à outra mulher como você me dá. – ele sorriu malicioso e a subindo, esfregando levemente seus corpos.

Bella entreabriu as pernas e o olhou nos olhos. Com a mirada de Edward cravada na sua, não se cansaria dele jamais.

Voltou a lhe devorar os lábios, com o desejo explodindo mais uma vez.


Ed – Entende quando eu lhe digo que, quando fazemos amor, é como se fosse a primeira vez? – lhe mordeu o lábio inferior, distribuindo beijos pelo pescoço e orelha, voltou a sussurrar – Me sinto insaciável com você, como se o mais completo e puro prazer não me bastasse. – franziu a testa, sentindo seu corpo arder de desejo quando suas intimidades de roçaram – Como se não estivéssemos unidos o suficiente. Entende? – Fechou os olhos, sentindo seu corpo deslizar para dentro dela. Bella fez o mesmo, cravando a unha nos ombros de Edward, sentindo o apertão forte do mesmo em sua cintura, a ajudando se movimentar em um vai-e-vem lento.

Edward cerrou a mandíbula, respirando com força. Bella voltou a o beijar e o ato em si foi lento, calmo e de maneira completamente deliciosa. O prazer tão intenso poderia ter continuando por horas, se o choro agudo de Linda não os obrigasse a parar com os beijos quentes e famintos.

Edward apertou os lábios, segurando com força o lençol nos punhos na tentativa de recuperar o controle. Bella respirava ofegante, com os olhos cerrados.

Ed – Se eu for até o fim, não vou poder parar... – ela assentiu.

Ele separou seus corpos, se deitando ao seu lado na cama, com os cabelos grudados na testa e o suor escorrendo pelas costas. Bella sentou-se na cama, buscando seu roupão e Edward se levantou colocando o seu.

Bella – Preciso...
Ed – Eu sei. Tome um banho rápido que eu a distraio. Está na hora de mamar? – Bella assentiu. Exatamente na hora. Linda era como um relóginho.

Bella se levantou com pressa, caminhando até o chuveiro, tomou um banho mega rápido e, quase sem se enxugar, voltou a colocar o roupão e correu até o quarto, vendo que Edward a distraia no próprio berço. Bella sorriu, a pegou no coloco com Linda com um bico enorme de choro, procurando pelo peito da mãe.

Bella sorriu ao vê-la mamando com vontade e observou o relógio e Edward as mirando.


Bella – Ok, você está 10 minutos adiantada... – fechou os olhos, respirando fundo – Um banho gelado. – ele assentiu, soltando uma gostosa gargalhada.
Ed – Vou tomar um banho e já volto.
Bella – Não tenho certeza se ela vai dormir agora... - a observou atenta mais uma vez, observando sua mãozinha sobre o seio direito de Bella.
Ed – Acho que dorme, eu já volto. – Bella assentiu.

Edward tomou um banho rápido, colocou outra cueca e novamente o roupão. Bella ainda amamentava Linda que, silenciosa, continuava a mamar no outro seio. Mais meia hora, Bella trocou a fralda, com a ajuda de Edward, e a entregou para o mesmo, indo até o quarto de vestir.

Edward sentou-se na cadeira onde Bella estava e encostou Linda sobre seu peito, como fazia com Gabriel. A mesma se aconchegou, subindo a pequena mão ao lado de seu próprio rosto. Ele a balançou apenas dois minutos antes de encostar a cabeça no respaldo da confortável poltrona - que havia a pouco inclinado de modo que pudesse aconchegar perfeitamente Linda em seus braços - e fechou os olhos, sentindo o cansaço do dia e da noite tomar conta de si.
Bella saiu do banheiro, pegou outra roupa intima, a colocando, penteou os cabelos levemente, botando o roupão branco, recolheu as roupas espalhadas pelo quarto as colocando por cima do sofá e saiu do quarto, indo para o quarto de Linda. Sorriu emocionada ao ver a cena; era exatamente como ele fazia com Gabriel, quando discutiam feio, ou se desprezavam, no inicio do casamento. Ele a deixava no meio da madrugada, caminhando silenciosamente até o quarto todo decorado em azul e branco, tirava Gabriel do berço, o colocando sobre o peito e se deitava, dessa mesma maneira.

Quantas manhãs Bella havia acordado e encontrado ambos assim? Quantas noites se perguntava por que ele insistia em acordar de madrugada e fugir da presença tão pesada dela?

Caminhou até perto de ambos. Linda, com a respiração ritmada e descansada, adormecia profundamente com a mão sobre o peito de Edward, frente ao seu rosto, ele a segurava pelas costas e a outra mão de apoio, como sempre fazia, completamente adormecido.

Bella abaixou a luz no interruptor, deixando o quarto fracamente iluminado e voltou para o seu quarto, deitando-se na cama. Podia sentir o cheiro de ambos impregnado no lençol revirado, o formato da cabeça de Edward em seu travesseiro. Haviam se amado com loucura. Céus! Se fosse pecado fazer amor daquela maneira, ambos iriam passar direto para o andar de baixo.

Sorriu dos próprios pensamentos, esticando os lençóis e voltou a se deitar, sentindo o corpo relaxar.

Ela olhou relógio, vendo que era pouco mais de 2 da manhã; em 3 horas Linda voltaria a acordar e Edward também. Fechou os olhos, deixando o cansaço tomar conta de seu corpo e adormeceu.






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