sábado, 23 de fevereiro de 2013

Uma Linda Mulher - 2ª Temp. - Minha Bella.


As duas semanas seguintes passaram com rapidez e conforto.

Marieta, finalmente, havia conhecido a pequena Linda e parecia ser amor à primeira vista, era como se aquela pequena garotinha, que tomava mais força a cada semana, estivesse dado um motivo a mais para Marieta viver. Não reclamava tanto mais por não estar em casa e os efeitos colaterais das drogas fortes pareciam não serem tão devastadores.

Quando Linda a visitava a cada tarde, passando mais de 1 hora em sua companhia, Gabriel acompanhava a irmã e Bella sentia-se plena e calma com a alegria de Marieta e com o amor que era rodeado seus filhos, que cresceriam dessa forma, que teriam uma família bem estruturada, que jamais passariam alguma dificuldade como ela havia passado, que jamais apanhariam da vida de maneira dura.

Bella se observou no espelho naquela manhã, sentindo orgulho por cada caminho percorrido, por cada estrada e cada momento. Fechou os olhos, se lembrando de sua figura de botas de cano alto e saltos ainda mais altos, o vestido de lycra apertado e vulgarmente curto, a calcinha vermelha, a boina preta, a maquiagem tão forte e a peruca Chanel loira, tão artificial como seu sorriso a cada quarto que entrava para fazer seu trabalho.

Abriu os olhos depressa, tentando afastar aquelas memórias e levou a mão aos cabelos bem tratados e perfeitamente cortados, o roupão de seda pura, da mais cara, do rosto maquiado naturalmente e levemente, uma mulher casada com um homem que era seu, em todos os sentidos, uma mulher que reconhecia sua feminilidade, que reconhecia que, por mais que tenha tudo sido tão difícil, havia passado.

Abaixou as mãos, permanecendo a mirada fixa em si.

Perguntou-se se faria tudo de novo, desde o momento em que, de cabeça baixa, havia enterrado seus pais até agora. E a resposta quase a surpreendeu.


Uma mulher, por mais que não se importasse, tinha dinheiro, muito dinheiro, uma mulher que tinha filhos maravilhosos que, pela escolha de Deus, tinham tanta saúde quanto seu marido. Era por ele que fechava os olhos, Bella pensou, era por ele que seu coração palpitava com tanta força, que ela sorria animada, como se estivesse de volta ao colegial. Deus!

Quando aquele homem a olhava e lhe dizia que jamais amaria outra mulher, Bella perdia uma parte de seu coração. Na realidade, entregava a ele de bom grado para completar aquela metade absoluta que Edward mantinha em seu poder, a sete chaves. Quando aqueles olhos encontravam os seus, cheios de promessas e palavras, ela sabia que só ela entendia sobre o que ele falava. Ela sabia que só ele podia a ver como dele, que só ele a podia ter como sua.

Abriu os olhos, mordendo os lábios.


Porque não era a conta milionária que ela e Edward possuíam no banco que a movia, mas sim tudo o que aquele homem havia lhe dado em anos que qualquer outra pessoa teria desistido sem a menor hesitação.

A pergunta voltou a martelar em sua cabeça: você faria cada erro, cada acerto, só para sentir esse gosto de vitória sobre o mundo em sua boca agora, Bella? Você diria cada palavra, estaria nesse mesmo lugar, para se olhar e sentir as emoções a flor da pele, como nesse instante sente?

Abaixou a mirada, sorrindo. Ela sabia que, em voz alta, não precisava responder e nem precisava que sua mente trabalhasse por uma resposta, porque a resposta estava ali, diante dos olhos de Edward, que havia lhe dado seus maiores e preciosos bens; a resposta estava quando ele a amava daquela maneira; a resposta estava quando ele sorria, quando ele dizia que ela era dele e de mais ninguém; a resposta estava naquele homem, que sabia seus maiores segredos, e que sabia... Oh! Ela tinha certeza que sabia que aquela linda mulher seria sua. Para sempre!


Bella virou-se, caminhando até sua cama com os saltos altos no sapato preto de bico fino, a saia social na mesma cor, com um caimento maravilhoso em seu corpo, a camisa branca, com um sobretudo preto até as canelas e a maquiagem, que estava perfeita e fortemente preta, os cabelos lisos e a franja caia ligeiramente sobre seus olhos. Observou o horário, vendo que estava quase atrasada, mas, mesmo assim, seus pensamentos a fizeram sorrir e criar coragem para abrir o envelope que havia em cima de sua cama.

O pegou nas mãos - continha seu nome e seus dados; o resultado dos exames.

Ela mordeu os lábios, ouvindo a gargalhada alta e o riso de Marieta. Abaixou o olhar, tirando a etiqueta que prendia os dois lados do envelope.

Na semana passada, havia feito uma série de exames.

Respirou fundo, lendo o diagnostico que pouco entendia e avançou logo para a última folha, lendo a conclusão e abaixando a cabeça. Mordeu os lábios e, se levantando, deixou o envelope na sua última gaveta do closet, se encaminhando para o quarto de Marieta, que estava sentada em uma confortável poltrona com Linda nos braços e com Gabriel a sua frente junto com Nelita, que estava sentada na cama.

Bella – Olá! – sorriu entrando no quarto.
Marieta – Olá, querida! Uma bela manha... – Bella concordou, havia ficado com eles cerca de 20 minutos antes de ir para o quarto se arrumar.
Bella – Tudo sobre controle por aqui? – observou Gabriel, que assentiu, e Linda, que mexia nos pequenos detalhes da blusa de Marieta.
Gabriel – Tudo ótimo! A vovó está contando piadas, não é mesmo, Lita? – Nelita assentiu, Bella se aproximou.
Bella – Preciso ir, pode cuidar das coisas por aqui? – Gabriel voltou a assentir com um ar de responsabilidade e Bella piscou para Marieta, que sorria, brincando com Linda, lhe alisando os cabelos que estavam ficando cada vez mais claros. Gabriel estava com a testa suada e as bochechas vermelhas de tanto rir – Qualquer coisa me ligue, ok? Qualquer coisa mesmo, filho. – lhe beijou a bochecha com extremo carinho e caminhou até Marieta, fazendo o mesmo com Linda, que franziu a sobrancelhas, procurando a voz que lhe chamava – É a mamãe, filha... – abriu um sorriso e a garotinha, como se compreendesse, se agitou no colo na tia avó. Bella a beijou nas bochechas, dando um olhar cúmplice a Marieta, que se sentia a melhor das mulheres por Bella ter a confiança de deixar Linda sobre os cuidados dela. É claro que Nelita estava lá, sempre cuidando de tudo quando Bella precisava sair no mesmo horário de Edward, o que acontecia agora.

Bella – Lita, o Gabriel vai comer verduras hoje! Chego para a próxima mamada da Linda.
Nelita – Vá! Ande, antes que ela escute ainda mais sua voz e abra o berreiro porque não está com você. – Bella sorriu, assentindo.
Bella – Não me demoro, tudo bem?
Marieta – Tudo bem. Boa sorte! E dê um beijo em Edward.
Bella – Ok! Comporte-se, filho, e coma tudinho. E se Linda sentir alguma coisa, qualquer coisa, vocês...
Marieta – Vai logo, Bella! – Ela sorriu, negando com a cabeça e desceu as escadas, preocupada.



Toda vez que precisava se afastar de Linda ou Gabriel por mais de 2 horas se sentia inquieta. Ainda mais agora que eram seus únicos... Balançou a cabeça, entrando no Sport prata.



Não se demorou a chegar na Cullen’s. Edward a esperava, o conjunto inteiro de diretores da Venturini e da Cullen’s, tanto de Londres como dos EUA a esperavam. Sentiu o famoso frio no estômago; parecia que iria a sua primeira entrevista, não ajeitar as coisas para tomar a posse da Venturini novamente no começo do próximo ano.


A Sra. Venturini havia ligado novamente e, vendo que a situação estava mais calma e controlada, com Linda dormindo mais que três horas seguidas, pensou em considerar a proposta, e depois de alguns dias de conversas com Edward decidiu que no começo do ano que vem, com Linda mais crescida e com Gabriel também, voltaria a trabalhar no que mais sabia fazer: Administrar.

Entrou no edifício e, como padrão, os olhos se viraram para ela. O barulho de salto ecoava no piso preto de mármore, os espelhos refletiam seus cabelos conforme andava com passos firmes, elegantes e seguros.

Havia se esquecido de como ali era ser Isabella Cullen, não a mãe dedicada, que se dedicava à filha tão nova e ao garoto que crescia e necessitava de atenção; não a esposa, que esperava Edward até as dez e, com sorte, botava as crianças no mesmo horário para dormir; não a dona de casa, que, com carinho, havia criado horários e algumas pequenas regras, que cozinhava um jantar saboroso nos finais de semana.

Ali, naquele lugar, todos a olhavam como Isabella Cullen, esposa sofisticada e elegante de Edward Cullen. Prestes a ser novamente a presidente da Venturini. Não havia espaço para sorrir, sabia que, em cada acessório, era julgada e o desconforto às vezes era incomodo.

Lembrou-se do seu próprio olhar no espelho a poucos minutos atrás, do resultado do exame que estava em suas mãos.

Bella ergueu a cabeça, caminhando com ainda mais segurança.

- Bom dia, senhora Cullen! - alguns diziam enquanto ela se encaminhava para o elevador.
Bella – Bom dia! – respondia, com o tom de uma mulher comum, afinal, antes de ser Bella, a mãe, a esposa e a empresária, era a Bella mulher.
Entrou no elevador, onde um grupo de pessoas conversavam animadas as suas costas e o silêncio se fez presente. Ela sabia que era devido a presença dela. Desceu no andar de Edward e as pessoas a seguiram, caminhando lentamente para as suas salas. Luana a saudou com um sorriso respeitoso e Bella fez o mesmo, sentando-se na recepção; pouca coisa havia mudado, apenas alguns vasos novos.

A sala de reuniões abriu logo em seguida, então, de lá saiu Jasper, com uma pasta preta na mão, falando algo que parecia ser de grande importância para Edward, que continha a expressão séria, concordando com algumas coisas e negando outras. Ela se levantou e ele a viu. Edward estendeu a mão para que Jasper parasse de falar e Luana abaixou a cabeça, soltando um suspiro ao vê-lo caminhar em direção a Bella.

Ed – Faz tempo que está aí? – se aproximou e deslizou a mão por seus cabelos até sua nuca, Bella o olhou com a testa franzida.
Bella – Não, cheguei agora. Edward, as pessoas estão olhando... – ele se aproximou ainda mais, lhe afagou o pescoço, fazendo com que Bella fechasse os olhos.
Ed – Ferrem-se! Senti sua falta essa noite. – Ele havia passado a noite em um congresso no interior do Arizona, onde os maiores empresários se reuniam uma vez por ano para discutir sobre a influência que suas empresas representavam economicamente no país.
Bella – Não estamos em casa... – ele a olhou nos olhos, com aquele desejo vivo e lhe queimando o corpo. Bella sorriu; também havia sentido saudades. Com um selinho, Edward se separou dela e olhou para algumas pessoas com a sobrancelha erguida, fazendo com que as mesmas, sem graça, voltassem ao serviço.
Ed – As crianças?
Bella – Estão em casa com Lita e Marieta. Podemos começar? Linda precisa mamar daqui duas horas... – Edward assentiu, pousando as mãos em sua cintura e caminhou até a grande sala de reuniões.
A porta se fechou após Jasper entrar, alguns sorriram e outros permaneceram sérios. Bella sentou-se na cadeira que lhe pertencia cada vez que participavam de reuniões de grande porte na Cullen’s. Deus estava nervosa!


Edward percebeu e lhe olhou daquele modo maravilhoso e charmoso, soltando uma piscada rápida, que só ela havia percebido, e Bella sentiu-se segura, encarando de igual para igual os representantes na sala.

Bella – Bom dia!


E foi ai, que todo seu nervosismo se evaporou.

.





Bella sorriu aliviada ao entrar na sala de Edward, o esperando e levou as mãos ao coração que batia rápido. Fora tão rápido e nada complicado; havia conversado sobre o Status das empresas e da sociedade, o contrato já estava redigido, o mesmo que havia assinado há um tempo, logo em cima vinha a assinatura dos diretores, em baixo, em um lugar reservado, a de Edward e ao lado a sua: Isabella Cullen.

Com um sorriso, recebeu “boas vindas”, retribuiu o gesto, observando o marido que, silencioso, permanecia a olhando com aquele mesmo enigma e brilho nos olhos.

Na sala de Edward, bebeu um copo de água, sentando-se na poltrona de frente para a janela larga e vistosa. Ouviu a porta se fechar atrás de si, sendo trancada e sorriu, fechando os olhos. E aquele perfume tão masculino invadiu a sala.

Bella – Correu tudo bem, graças a Deus! Eu estava tão nervosa, parecia que iria para uma entrevista do meu primeiro emprego...
Ed – E não assumir o lugar que sempre foi seu? Eu apenas a substituí por um tempo, Bella. Sabia que voltaria... Só não sabia quando. – ela, sorrindo, voltou a observar a vista maravilhosa daquela janela, prédios altos e espelhados.
Bella – Linda se agitou mais hoje me olhando nos olhos. Quando saí Gabriel estava vermelho e suado de tanto rir... – Edward sorriu, sentou-se a frente dela na outra poltrona.
Ed – Está um garoto lindo! E Marieta?
Bella – Está disposta essa manhã. Linda estava com ela desde última mamada, nem chorou quando a entreguei para Marieta. – Edward se levantou, parando frente a janela.
Ed – Conversei com o médico hoje ás 10 da manhã, teremos que mudar as drogas. De acordo com os exames, parece que, em mais algumas sessões, já não terá resultado.
Bella – Radioterapia? – Edward assentiu, mordendo os lábios, com as mãos nos bolsos e a coluna ereta, parecia um Deus grego diante do sol que batia em seu rosto, ressaltando suas feições. Bella se levantou e tirou o sobretudo, o abraçando por trás.
Ed– Quando está disposta, como hoje, me faz pensar que tudo ficará bem, mas quando chega das sessões de quimioterapia... Está tão frágil e fraca que parece que vai partir ao meio. Droga, Bella! O tempo parece não estar nos ajudando. – Ela entendeu sobre o que ele falava, os dias estavam passando tão depressa – Quando está com Linda e Gabriel parece que se alegra e que renasce com força, mas então as horas se passam com essa pressa maldita, e o cansaço volta. O dia da quimioterapia chega e a derruba por mais três dias... – negou com a cabeça – Ontem, antes de sair, a encontrei de frente ao espelho, passando as mãos sobre os fios que caiam em monte em seus dedos, quase desisti de ir viajar e... – recebeu o abraço forte de Bella, que deu a volta pondo-se em sua frente.
Bella – Não pense assim, estamos em uma luta, Edward. – sorriu o encorajando.
Bella - Todos nós lembra-se? - ele assentiu a apertando contra seu corpo, sentindo o conforto que aquela mulher podia lhe oferecer – Não vamos desistir. Jamais! Marieta não vai desistir. Olhe para mim. Ela espera por você todas as noites, precisa que tenhamos fé nela... Entende? Alice jantará conosco hoje à noite. – Edward concordou, respirando fundo e permaneceu a olhando os olhos.
Ed – Você é meu equilíbrio! – encostou suas testas – Você está bem? – ela assentiu – Os exames já chegaram? – ela voltou a assentir.


Edward entendeu o que o olhar de Bella queria dizer. Não perguntaria sobre o resultado, não agora.


Ed – Se sente bem agora? – ela entendeu que a pergunta era relacionada ao resultado do exame e assentiu, retribuindo o olhar tão verdadeiro que ele lhe lançava.
Bella – Tem que voltar ao trabalho? – ele negou.
Ed – Na realidade, acho que preciso de você, agora e aqui! – sua resposta foi tão sincera que Bella sorriu, ele falava sobre a magia de fazer amor.

Ela se afastou sem tirar os olhos dos dele e abriu o botão decorado com pequenas pedrinhas brilhantes da camisa social colada ao seu corpo. Edward estremeceu, tirando o paletó e tendo a visão do sutiã banco e perfeito nos seios de Bella. Observou seu corpo, que estava em forma novamente. Não que o fato de não estar tirasse o desejo dele, de forma nenhuma. Molhou os lábios com a língua e Bella se pôs a frente dele, o empurrando até a poltrona, sem romper aquele magnetismo poderoso e inabalável de seus olhos.

Edward se ajeitou um pouco mais para a ponta, a puxou pelos pulsos e Bella sentou-se em seu colo, de frente para ele, as mãos desceram pela camisa branca sem nenhum amassado, mordeu os lábios, subindo as mãos até a nuca de Edward, aproximando seus lábios, sentindo o apertão em sua cintura enquanto ele a trazia para mais perto de si, a puxando pela e nuca lhe dando um beijo frenético e maravilhosamente molhado.

Edward subiu suas mãos grandes e fortes pelas costelas de Bella, subindo um pouco mais abaixo de seus seios, seus lábios permaneciam colados com urgência, o calor se instalava na sala de forma prazerosa e excitante. Bella sentiu que poderia escapar um gemido de seus lábios. Oh! Estava tão quente, tão quente.

Os pensamentos voltaram com todo vapor quando jogou a cabeça para trás, com seus cabelos caindo em cascatas avermelhadas, sentindo Edward lhe beijar o pescoço, a acariciando com mãos ágeis que conheciam cada ponto onde seu corpo se arrepiava. Sentiu os dedos dele percorrerem sua coxa, a saia se elevando até ficar completamente em sua cintura.
Voltaram a se olhar nos olhos, com os batimentos cardíacos completamente alterados, com aquela sensação como se cada toque queimasse, o choque de cada beijo. Quando Bella o mirou novamente, depois de tantos minutos de caricias ousadas e beijos enlouquecedores, sentiu seu corpo adentrar no seu, daquela maneira tão lenta que a enchia de agonia e prazer.

Iria fechar os olhos, mas sentiu os dedos de Edward se afundarem em sua cintura. Não podia falar, não podia abrir a boca, se o fizesse o som o faria fazer o mesmo. Não podia perder o contato de seus olhos quando faziam amor.

Bella franziu a sobrancelha, se entregando mais uma vez de corpo e alma àquele homem. Ele lhe tirou os cabelo dos olhos, se movimentando uma, duas, três vezes mais, com os lábios entre os dente, com aquele olhar maravilhoso e sedutor diretamente nos seus olhos.

.


O momento em que ela recuperava a calma e a respiração deitada sobre o peito dele acabou quando o telefone tocou. Edward lhe alisava as costas, abotoando o fecho do sutiã e beijou-lhe o pescoço, sentindo seu perfume doce.

Bella – Atenda.
Ed – Pode esperar...
Bella – E ser for algo importante?
Ed – Permanecer assim com você é importante. – Bella olhou o relógio no pulso do marido, faltava meia hora para Linda mamar.
Bella – Linda precisa mamar.
Ed – Eu sei. – respirou fundo e a ergueu de seu colo o suficiente para separarem seus corpos.

Edward a ajudou se arrumar, como ela fazia com; ele ajustando a gravata, passando os dedos sobre os lábios tirando o vestígio de batom. Ele a ajudou com a camisa, por trás dela, lhe dando beijos intercalados na nuca e pescoço, abotoando a camisa com a ajuda de Bella.
Bella – Não me provoque... – fechou os olhos, arrumando a franja.
Ed – Está perdida quando eu chegar em casa! – sorriu, a soltado de seus braços. Bella se virou – Dê um beijo em Gabriel e Linda por mim, diga a Marieta que chegarei o mais cedo possível para o jantar. – Bella assentiu e lhe beijou uma vez mais, e antes que as coisas voltasse a pegar fogo, botou seu sobretudo.

Checou a maquiagem no banheiro, pegando sua bolsa e Edward a acompanhou até a saída, a levando até o elevador sob os olhares curiosos que nem imaginavam o que havia se passado naquela sala.

Ed – Eu amo você. - murmurou antes que a porta do elevador se fechasse.
Bella – Eu amo você. – respondeu, e a porta se fechou.

Bella sorriu sozinha e, depois, observou o sorriso das demais pessoas que estavam presentes no elevador. Mordeu os lábios, se sentindo leve.

Nada como seu marido, AQUELE marido, no café da manhã!

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